O Santuário São João Bosco, localizado em Brasília (DF), foi destaque em um episódio da websérie Turismo Mais Brasília, produção dedicada a apresentar destinos e experiências turísticas da capital federal.
No episódio, a coordenadora da Pastoral do Turismo (Pastur) do santuário, Maria José, compartilha sua trajetória até chegar ao trabalho com o turismo e sua missão na Pastoral. Em seu relato, ela destaca que o turismo religioso vai além da visitação, constituindo-se como uma oportunidade de encontro entre cultura, espiritualidade e evangelização.
Segundo a coordenadora, uma das principais missões da Pastur é acolher os visitantes que chegam ao Santuário São João Bosco, oferecendo orientações sobre a história, a arquitetura e o significado do templo, ao mesmo tempo em que se busca proporcionar uma experiência de fé e espiritualidade.
A gravação também acompanha a visita de um grupo de crianças ao santuário. O encanto diante da beleza dos vitrais e da atmosfera do espaço sagrado revela o impacto que o local provoca em quem o visita, despertando admiração e contemplação.
Durante a participação na websérie, Maria José também ressalta a importância do respeito ao entrar em templos religiosos, independentemente da tradição de fé, lembrando que esses ambientes são lugares de silêncio, oração e encontro com Deus.
A presença da coordenadora na produção evidencia o trabalho de acolhida e evangelização realizado pela Pastoral do Turismo e reforça o Santuário São João Bosco como um importante espaço de espiritualidade, cultura e turismo religioso na capital federal, em sintonia com a missão salesiana de acolher, educar e evangelizar.
Sobre o Santuário São João Bosco
O Santuário São João Bosco foi inaugurado em 23 de maio de 1970. A construção do templo teve início em 1963 e foi realizada pelos Salesianos da Inspetoria São João Bosco. O projeto arquitetônico é de autoria de Carlos Alberto Naves, que seguiu preceitos da arquitetura moderna, característicos da cidade de Brasília, incorporando também elementos que remetem ao estilo gótico.
Um dos elementos mais marcantes do santuário são os vitrais em doze tonalidades de azul, criados pelo artista belga Hubert Van Doorne. O templo possui oitenta colunas de dezesseis metros de altura, entre as quais se encontram esses vitrais que conferem ao ambiente uma atmosfera única de luz e contemplação.
As portas de ferro e bronze, divididas em três conjuntos de quatro, apresentam momentos da vida de Dom Bosco em baixo-relevo nas laterais e uma representação do sonho profético sobre Brasília na fachada frontal. As obras foram realizadas pelo artista Gianfrancesco Cerri, que também produziu o painel em bronze da pia batismal e a pintura em acrílico do sacrário.
O altar é feito de uma única peça de mármore, e as estátuas de Dom Bosco e de Nossa Senhora Auxiliadora são de mármore de Carrara. A cruz do altar foi esculpida pelo artista Gotfredo Tralli em uma única peça de cedro.
Outro destaque do templo é o lustre central, que pesa cerca de duas toneladas e mede três metros e meio de altura. Composto por aproximadamente 7.400 peças de vidro de Murano, ele simboliza Jesus Cristo como “a luz do mundo”. O lustre foi criado pelo arquiteto Alvimar Moreira.
Do lado externo, o paisagismo foi projetado por Roberto Burle Marx. Em 2017, foi inaugurada uma cripta no subsolo para receber uma relíquia de Dom Bosco, junto a uma estátua em tamanho natural do santo.
Considerada um dos templos mais bonitos da cidade, a Igreja Dom Bosco foi eleita, em 2008, uma das sete maravilhas de Brasília pelo Bureau Internacional de Capitais Culturais.
Essa notícia foi elaborada com a colaboração da PASCOM do Santuario.

